NOTÍCIAS


As notícias publicadas à seguir são parte de uma atividade do curso "Práticas de Leitura e Escrita na Contemporaneidade". Os textos foram elaborados a partir de instruções dadas, sendo que nosso grupo ficou responsável por escrever notícias cujo veículo seria um jornal popular.





Homem morre ao apertar a campainha



Na manhã de hoje, exatamente às 6h43, o morador da periferia de São Paulo, João Esperança da Silva, 44 anos de idade, pedreiro amador, foi surpreendido com uma bela encomenda em sua porta: um “presunto” ainda quente, sem marcas de sangue, lesões ou sequer algum arranhão.
A polícia chegou pouco tempo depois no local. Testemunhas contam, incluindo vizinhos de João Esperança, que o defunto não era da comunidade, vestia roupas maltrapilhas e quando apertou a campainha caiu descuidadamente no chão sem fazer barulho. Morreu quieto.
O defunto foi identificado pelo Instituto Médico-Legal (IML) trata-se de José Povo Ferreira, 33 anos, desempregado e sem carteira de identidade.
O que a polícia investiga agora é qual a ligação de João Esperança com o homem falecido à sua porta.



Por Rafaela Fernandes






MORTE MISTERIOSA NO EDIFÍCIO ASTÚRIAS

A moradora Marli de Souza Nunes, 35, do 1º andar do Edifício Astúrias na baixada Santista, é surpreendida na manhã de 4ª feira, 24, quando ouve sua campainha tocar. Ao abrir a porta depara-se com um homem caído em frente, na soleira, e ninguém mais no corredor. Toca o corpo que estava já frio e rígido. Era um cadáver.
A senhora Marli, única testemunha dos fatos e visivelmente transtornada, segundo ela mesma, liga para a polícia, que não demora chegar ao local.
Em seu depoimento, a moradora diz “não vi nem ouvi ninguém no corredor, era muito cedo e fui correndo abrir a porta assim que a campainha tocou”, declarou para nosso jornalista de plantão “dei um grito na hora, quase desmaiei quando percebi que o homem estava morto” e acrescentou “mas corri ligar para a polícia... morri de medo até que eles chegassem”. M. S. Nunes é uma das poucas moradoras permanentes do edifício já que a maioria dos proprietários só aparece no verão, período da alta temporada.
O delegado Justos de Lima instaurou inquérito para que as investigações comecem o mais rápido possível. Segundo ele, até o momento não há nenhum vestígio que leve ao esclarecimento dos fatos, apenas que o homem já se encontrava morto há horas, pela frieza e rigidez do corpo, mas só a perícia poderá apurar o tempo exato. Disse ainda que não descartava nenhuma possibilidade para as investigações. Questionado se havia alguma suspeita sobre a testemunha, disse “Não descartamos nenhuma possibilidade.”.

                                                                       Andréa A. Rodrigues, Jornal Plantão da Madrugada






HOMEM É ENCONTRADO MORTO NA PORTA DE APARTAMENTO

Por volta das 4:20 horas da manhã dessa quinta-feira, dia 13, Dona Marciana F. V., de 63 anos de idade, moradora do edifício Astúrias, na Av. Brasil, nº3.345, AP 15, ao atender a campainha do seu apartamento se deparou com um cadáver na soleira da porta, muito assustada discou para a Central de Polícia que chegaram logo em seguida.

Mediante o interrogatório dos policiais, dona Marciana declarou que acordou, olhou o relógio e viu que era muito cedo, contudo resolveu se levantar. Estava no banheiro enxugando o rosto quando ouviu a campainha tocar. Ela disse: “- Fiquei com muito medo, mas mesmo assim eu abri a porta”.

Declarou ainda que ao abrir a porta viu um homem deitado, olhou ao redor, olhou por todo o corredor e não viu ninguém, tocou no homem e percebeu que ele estava muito frio e rígido. –“Eu até chamei por ele e vi que ele estava morto, aí eu chamei a policia”- disse ela ao nosso repórter de plantão José Fernandes, que esteve no local.

Segundo os policiais, não descartam a possibilidade de um assassinato, pois há sinais de violência e hematomas na altura do pescoço e ainda relacionam o caso à outros ocorridos na região.

O nosso repórter procurou pelo delegado de policia, Dr Juracir M., Dessa comarca, que também declarou a possibilidade de ser um assassinato em série, com as mesmas características de outros crimes e com o mesmo descarte: Deixam os corpos nas portas de apartamentos de prédios pouco habitados e geralmente, pertencentes à pessoas idosas como este. E afirmou estar trabalhando arduamente para desvendar o mais rápido possível o mistério, evitando assim outras mortes e transtornos para a população, principalmente aos mais velhos.


Folha de José Bonifácio, 13 de outubro de 2012.

José Fernandes, repórter de plantão

Por Maria Ferreira






8 comentários:

Flavia Barioto disse...

Oi Rafaela.
Seu texto é bem sucinto, mas possui todas as informações necessárias. Parabéns.

Maria Ferreira disse...

Oi Rafaela,
seu texto traz todos os elementos do gênero notícia. Parabéns.

Andréa disse...

Oi, Rafaela!!!
Gostei do seu texto. Objetivo, como pede uma notícia.
Ah!!! Como faço para publicar meu texto em NOTÍCIAS? Só consigo publicar em OUTROS!!!

Maria Ferreira disse...

Oi Rafaela, o texto de abertura fucou muito bom. Obrigada pelo auxilio na postagem. sua idéia de páginas foi muito legal

Maria Ferreira disse...

Oi Rafaela, o texto de abertura fucou muito bom. Obrigada pelo auxilio na postagem. sua idéia de páginas foi muito legal

Edson Carlos Costa disse...

meu isso parece mais uma página de obituários.kkkkk

Maria Ferreira disse...

Olá Rafaela, Ficou maravilhosos os nossos textos, excelente idéia, Parabéns

Maria Ferreira disse...

desculpe, vamos trocar o ficou por ficaram,do comentário acima.